Dia dos namorados

Olá pessoas,

Faz algum tempo que este blog anda parado, faltando notícias mui calientes… eu sei, eu sei que vocês gostam disso, mas nosso relacionamento não é só isso!
Estou pensando em o que fazer no dia dos namorados com meus amados, o que dar (e me dar) de presente.
Vocês tem alguma sugestão? Estou sem idéias.

Abraços e beijos calientes.

Meu primeiro anal com o amado…

Hoje vou contar sobre meu primeiro anal com o amado.

Foi mais ou menos um ano atrás, neste período de férias, decidimos aproveitar o dia e fazer um piquenique num parque ecológico da cidade.

Era um dia quente e ensolarado, decidimos ir pelo período da manhã para tarde. Demoramos em encontrar um lugar fresco e com uma sombra boa, pois a maioria das árvores eram pés de eucalipto, que muitas vezes, não faz uma sombra perfeita, embrenhamos no meio de uma plantação de pinhos, que estavam com copas rechonchudas e verdes.

Era um local aberto, perto onde as pessoas passavam e estacionavam os carros. Levamos comes e bebes em um isopor grande com gelo para conservar frio e permanecemos por lá, conversando a vontade.

Estava vestida num vestido meio “hippie” longo, de alças finas, sem sutiã, apenas de calcinha por baixo. Estava muito calor e levamos um borrifador com água para umedecer a pele e refrescar.

O amado ficava encantado olhando para suas amadas, ora dando beijinhos, ora nos acariciando enquanto nos divertíamos comendo e conversando.

Estava meio cansada de ficar sentada quando decidi me deitar no colo do amado. Mais tarde enveredamos para nossos assuntos “sexuais”, lembrando de nossas experiências. Foi em meio a estas confissões que Mr. Adônis disse que sentia uma enorme vontade de comer meu cuzinho, pois eu ainda não havia liberado para ele.

Fiquei surpresa e meio sem graça ao mesmo tempo, pois não esperava uma intimidação dessas na lata. Disse que poderíamos tentar qualquer dia destes para satisfazer nossas vontades, afinal, anal sempre é bom, principalmente quando estou muitíssimo excitada.

Como fazia também muito tempo que não fazia um anal para diversificar (pois vivia uma situação entre meio-solteira-meio-se-relacionando), geralmente só fazia aquelas rapidinhas, ou não tinha muito tempo para curtir o lance.

Mr. Adônis deitou-se ao meu lado, atrás de mim, abraçou-me e juntou seu corpo no meu. Até então, não levei para nenhuma conotação, apenas o carinho de sua companhia. Foi quando ele começou a beijar meu pescoço, passar a mão sobre meus seios por cima da roupa, acariciar minha cintura e barriga, comecei a ficar louquinha no mesmo segundo.

O mais divertido era, do local onde estávamos, era relativamente longe, porém, as pessoas podiam ver (de certa forma) o que estávamos fazendo. Éramos os únicos naquele local.

A amada Afrodite ficou preocupada com o fato de estarmos em um local público, pensando até que fossemos nos agarrar ali. Aquele momento estava muito gostoso, então não me importei muito.

Continuamos a nos beijar e nos acariciar, pegava em meus peitos com volúpia e eu dava-lhe beijos gulosos, cheio de tesão. Virei de frente para ele, deitada ainda, coloquei uma perna por sobre seu quadril e continuei a beijar-lhe.

Estava excitada, desci as mãos por seu corpo, até chegar em seu pau, que estava sentindo duro um minutos antes em meu bumbum, agora estava em minhas mãos. Apertei com gosto e ele gemeu gostoso em meu ouvido. Queria ter abocanhado ele ali mesmo, mas …

Mr. Adônis estava louco agarrou-me com mais força contra seu corpo, passou a mão sobre meus seios e os colocou para fora do vestido. Estávamos grudadinhos, parecendo um casal dando uns apertões normais, porém, ele estava é abocanhando meus peitinhos bem gostosos e tesos. Ele lambia e mordia deliciosamente meus biquinhos gostoso e, a cada investida, minha boceta se apertava de tesão, estava em brasas e encharcada.

Como naquela época eu não tomava pílulas, não podia entregar-me ao deleite de fazer um amor safado e gostoso sem camisinha. Estava maluca e subindo pelas paredes (árvores?), quando virei-me de costas, deitada e, discretamente, retirei minha calcinha, e falei para o amado: “Já que não posso pela frente, vou por trás.” – pedi para que a amada ficasse nos vigiando, sentada, enquanto o amado metia sua rola grande, grossa e quente em meu cuzinho apertadinho, tarado por um picão.

Como todo começo, entrou rasgando, pois o amado tem um picão gostoso, depois foi suave. Ele metia devagar e depois atolou gostoso. Estava com vestido levemente levantado atrás, deitada atrás do isopor grande, foi a jogada.

Amada estava com medo pois havia muitas pessoas, estava escurecendo enquanto ele metia discretamente em meu rabinho. Eu estava louca para abrir as pernas e socar uma gostosa enquanto ele enfiava. Então, Afrodite sugeriu que fossemos dali para um motel, em algum quarto baratinho, para terminarmos o que começamos.

Arrumamos nossos pertences e nos destinamos ao motel. Chegando lá, ele me jogou na cama e tirou meu vestido, chupou meus peitinhos mais uma vez, e na posição de frango assado, enfiou sua bronha no meu rabo. Minha bocetinha estava encharcada, ele metia gostoso enquanto eu batia uma siririca. A amada estava pelada do meu lado, socando uma siririca enquanto nós nos deliciávamos.

Eu pedia para ele socar gostoso em meu cuzinho, fazendo ficar largo no pau dele, enfiar fundo e bem gostoso. Não demorou muito para que eu gozasse muito forte, aliás, tremendo de tesão, cheguei a gritar e meu cuzinho chegou a ficar piscando no cacete do amado. Ele adorou, me deu um beijo gostoso e a amada veio por cima de mim. Deu-me uns beijos gostosos, chupou meus peitinhos e desceu em minha bocetinha para chupar.

Ela ficou de quatro na cama, enquanto me chupava, o amado chegou por trás dela e meteu a rola em seu cuzinho também.

A amada ficou de bundão arrebitado enquanto ele socava a rola no seu cu sem parar. Ela chupava minha buça bem gostoso, gemendo pelo pau no seu cu e por deliciar-se com meu mel. Logo ela gozou deliciosamente em seu pau, enquanto o amado socava até o fundo para gozar também. Ele tirou sua rola deliciosa e gozou em cima de nós urrando. Deliiiiiciiia! Sentimos seu leitinho quente em nossos corpos.

Ainda aproveitamos e tomamos um banho juntos. Relaxamos e fizemos amor a três bem gostoso novamente.

 

Algum tempo depois…

Sim, algum tempo depois, ainda estamos vivos, diria até, muito bem vivos!

Tivemos muitas alegrias, mudanças e problemas pessoais para enfrentar, então, o tempo foi ficando escasso para postar nossas aventuras e delicias de um trisal, um relacionamento a três.

Pois é, nosso relacionamento perdura, fizemos dois anos juntos de muitas conquistas e alegrias. Tivemos muitas dificuldades entre nós também. Se um relacionamento a dois já é difícil, então, imagine um a três.

Algumas pessoas próximas a nós sabem de nossa história e nos apoiam, porém muitas outras não sabem, talvez desconfiem, ou não querem afirmar com certeza que temos algo mais além de uma bela amizade.

Somo amigos, amantes, companheiros para todas as horas. Foram nos momentos difíceis que fizeram fortalecer nossa união e isso nos fez crescer, nosso amor se unificar e, espero que, juntos, possamos construir um futuro e  bem diferente daquilo que as pessoas imaginam.

Vivemos muitas aventuras que com o tempo retornaremos a contar aqui para assim, vocês se deliciarem e divertir-se.

Desculpem-nos a ausencia, tive problemas também para recuperar minha senha, mas agora está tudo em ordem.

Um forte abraço a todos, muita saúde e safadeza a todos nós em 2011!

Relacionamento a três x Família

Olá para todos.

Mais uma vez estou aqui para falar do que sinto em relação a tudo que envolve este relacionamento.
Primeiro de tudo, nenhum relacionamento é tão fácil, porém não tão difícil. Mas o que vivemos é diferente de todos os outros. Não é comum e isso afeta de alguma forma aos outros, a sociedade, principalmente, nossa família. Quero falar hoje, sobre família, a base de nossas vidas.
Como sempre fui uma menininha bonitinha e parecia viver normalmente o que os outros vivem, sonhar o que as outras menininhas sonham, e ser aquilo que minha mãe gostaria que eu fosse, mas infelizmente, não sou.
Como repeti várias vezes, sempre fui muito sonhadora, acreditava no amor, em elevar meu amado aos céus, encontrar meu príncipe, minha alma gêmea e depois do meu relacionamento com o ogro as coisas começaram a mudar e blah, blah, blah, tudo isso que vivi, de alguma forma, afetou minha família, mais ainda a minha mãe.
Amo minha mãe, mas devido a sua criação há coisas que ela não consegue compreender muito bem, como minhas escolhas pessoais de religião e crença, minhas opiniões sobre casamento e homossexualismo.
Acredito que minha mãe tenha mudado alguns conceitos, mas sempre haverá uma velha resistência das suas velhas crenças a respeitos de determinados assuntos para ela. A primeira resistência foi quando meu irmão se casou apenas no papel e não na igreja e depois se separaram, mas da idéia de que o casamento deve ser consagrado por Deus e indissolúvel. A segunda foi quando meu outro irmão começou a namorar uma mulher 10 anos mais velha do que ele e com filhos. Outro tabu que minha mãe teve de enfrentar. As crenças antigas (e antiquadas) que minha mãe foi criada foram essas de que homem deve-se casar com mulher, homem solteiro deve arranjar mulher solteira, não divorciada e sem filhos, mulher viúva e divorciada, ainda pertence ao ex-marido (aquele negócio de vínculo de casamentos que se fala na bíblia).
Se fossemos parar para pensar a mulher não vale mais nada quando ela se divorcia, se tem filhos ou é viúva, ela não tem mais direito nem de ser feliz, nem de se casar novamente e de se ter outros filhos. Acho isso uma grande baboseira, pois se for dessa forma, mulheres que se encontram neste requisito estão confinadas a serem infelizes.
Estamos no século XXI e as pessoas ainda pensam assim? Deus é amor e Ele nos deu a vida para amar, sermos íntegros e felizes da forma que quisermos, pois somos livres e não escravos de ideologias e pessoas!!
Imagine uma mãe nesta situação e sua filha disser que ela vive um relacionamento a três acho que ela teria um infarto! Brincadeiras a parte, mas para mim, é muito difícil declarar isso para minha mãe e minha família. Talvez eles julguem que não era esse o melhor que eles gostariam que minha vida fosse. Talvez que esteja desiludida devido aos meus relacionamentos e daí eu “virei à casaca”. Do fundo do meu coração, não gostaria que eles tivessem este tipo de pensamentos sobre minha escolha.
A nossa família é o pilar é o que nos sustenta e nos dá apoio, quando nos vemos numa situação adversa e sem apoio daqueles quem amamos, o que faremos? O que fiz foi me isolar, decidi que o melhor é que eles não saibam de nada. Às vezes acredito que meus irmãos tenham desconfiado de algo, do por que eu sempre ir à casa deste “casal de amigos”.
A grande preocupação minha é minha mãe, sei que ela anda preocupada comigo, pois não quer que eu sofra, mas não sei exatamente qual seu medo. Desconfio que seja que o meu amado largue de minha amada para ficar só comigo, ou que seja o contrário. Ela deve ter medo que eu seja a cobra peçonhenta do Jardim do Éden, mas que desvirtue o homem, no caso, que eu tenha um romance com um homem casado.
Sabe, um dos horrores que tinha era de ter um relacionamento com um homem casado, mas jamais cheguei a esse ponto, nunca em minha vida vivi qualquer tipo de relacionamento com um deles. Homem casado para mim era mulher.
Gostaria muito de poder compartilhar em liberdade meus sentimentos e ou frustrações sobre meu relacionamento com minha mãe. Ela é minha amiga e meu berço e a amo, sempre a respeitei muito. Tenho medo que ela não me apóie e se afaste, fique dura e jogando estas “verdades” que ela acredita. Daí minha casa, meu recanto virar um “inferno” com minha presença.
Não quero que isso seja um fardo para eles, que minha presença seja detestável por ter escolhido um caminho diferente.
A minha amada abriu o jogo logo de cara com sua mãe, foi difícil para ela entender, mas acima de tudo, ela respeitou a escolha da filha, pois ela a ama. Ela nos aceita como filha e também a aceito como mãe.
Só gostaria que minha família entendesse que não faço nada de errado, o que vivemos é sério, é amor simples e puro e que não há sacanagem nisso! Pensamos em ter uma família num futuro, nossos filhos, frutos deste amor. Desejo que meus pais os reconheçam como seus netos.
Quero ser mãe e ensinar meus filhos a não serem preconceituosos e que saibam aceitar as escolhas dos outros, independente do que fosse. Claro que será um aprendizado diferente para eles e para nós, os pais.
O mundo vem mudando tanto mas as velhas crenças ainda estão presentes na vida das pessoas, a intolerância, o racismo e pré-conceitos de conceitos tão velhos mas tão existentes em nossa humanidade.
Gostaria de pedir do fundo do meu coração a Deus-Pai-Mãe que iluminasse o coração e cabeça de minha família, preparassem meu coração e minhas palavras para que um dia, pudesse ter a oportunidade de falar a verdade sem ser julgada, que entendessem que isso é apenas amor e respeitassem minha escolha. Apenas isso e nada mais.

Até a próxima. =)

Um sonho a dois e uma realidade a três

Acabei de ler um texto de uma colunista em um site importante sobre como pode ser possível amar duas pessoas ao mesmo tempo.
Ela dizia sobre a questão das pessoas terem casos extras conjugais nos quais as pessoas não se assumem nem com uma nem com outra. Dizem amar as duas, mas que cada uma, tem uma qualidade, e que é difícil de lidar e “administrar” este tipo de relacionamento.
Enfim, concordo e discordo em partes com o texto dela.
Viver uma relação a três não é tão complicado quanto parece.
As coisas só seriam mais fáceis se as pessoas saíssem do comum, do medo que a sociedade exerce sobre quem somos, o que sentimos e pensamos. Na verdade, acho que a sociedade nem deveria existir, mas infelizmente, não é só a sociedade, a cultura ocidental, prega o amor a dois como suprema ordem.
Mas isso discutirei em outro post.

Sobre este amor a dois que quero desabafar, de como mudei meus sonhos, tabus e paradigmas.

Desde quando entrei na puberdade, meus pensamentos sobre romance, diria até que eram meus, mas sofreram mutações, devido a opinião dos outros.
Sempre fui uma menina diferente, pensava e agia de forma diferente aos outros, muitas vezes, nunca participava dos grupinhos e panelinhas pois não compartilhava da mesma visão.
Como toda pessoa que está se ajustando e passando pela adolescência, onde formamos nossas opiniões e gostos, nos descobrimos ou não neste período, acabei me ajustando aos conceitos deste grupo. Não queria me sentir um peixe fora d´água, então me vesti, com outros pensamentos.
Quando tinha meus 12-14 anos, minha visão de um relacionamento era encontrar um homem que pudesse crescer comigo, construir uma vida ao lado do outro. Cheguei a sonhar com meus filhos e netos num dia de domingo em nossa casa.
Com o passar do tempo, neste período de adequação, acabei criando certos conceitos errôneos e fantasiosos sobre o amor. Através de livros, histórias de revistas e até de próprias amigas que viviam um amor romântico. Simplesmente, acabei sonhando com este amor, criando expectativas e intitulando meu “príncipe”, alto, forte e de olhos claros.
Sonhei por muitos anos com um cara assim, quando me apaixonava (platonicamente) por alguém, eles geralmente tinham este estereotipo e o sonho deles nunca eram ficar com uma garota comum como eu. E nunca desistia em encontrar o príncipe, apesar de ter namorado vários príncipes que viraram sapos horrendos…
No meu coração, sempre acreditava na forma do amor superior, aquele que ultrapassa qualquer barreira que possa ser imposta, sonhava com isso, descrevia isso em meus poemas e textos e principalmente em minha fantasia.
Sonhava com a hipótese de encontrar alguém, usar uma aliança de compromisso, entregar-lhe minha virgindade, noivarmos e nos casarmos e viver a vida para sempre felizes.
Enfim, isso eram sonhos os quais acreditava que um dia pudessem tornar-se real. A vida encarregou-se de mostrar-me que viver sonhando e a vida passando não era muito saudável. Então vivia sonhando e curtindo a vida hehehe… Foi aí que dei meus primeiros beijões, agarrões e até ter a noite tão sonhada de uma virgem, que ocorreu totalmente diferente daquilo que tinha imaginado.
Não foi forçado, não tive traumas, foi de pleno consentimento e com uma pessoa bacana. Fiz para conhecer meu corpo, matar a curiosidade, porém, sem amor, como queria antes.
Namorei com algumas pessoas nas quais, estive apaixonada, na flor da atração, mas nada tão sublime, especial de ser. Na verdade, depois que amadureci, consegui enxergar que os relacionamentos que vivi foram guiados pela minha ilusão. Inclusive deixei-me levar, abandonei-me, maltratei minha alma com isso.
Acredito que tudo que vivi foi baseado no complexo de Cinderela. Acabei criando situações nas quais acabei me magoando muito. E aquele velho sonho de encontrar alguém comum ao qual poderíamos crescer juntos estava enterrado lá no fundinho da consciência.
Não queria um homem comum, queria o homem que tinha sonhado para mim. Aquele cara alto, bonito, de olhos claro, inteligente, culto e esportista. Jamais olharia e nem namoraria um cara “normal”. Foi exatamente encontrando este estereotipo que caí em ciladas.
Ao contrário que devem ter pensado, parece que só saía com caras assim? Não. Sempre me deparava com aquele cara comum, totalmente diferente daquilo que comentei. Geralmente, eram rapazes que queriam viver a vida deles da melhor forma possível, sem se preocuparem com as aparências. Foram com eles que aprendi e fiz amizades muito legais.
Meus namorados nunca se encaixavam ao meu tipo, mas eu teimava em fazê-los ser.
Foi quando fiquei sozinha, que comecei a pensar melhor, como gostaria que fosse um relacionamento de verdade e o que seria um. Então, prometi a mim mesma que não sonharia mais, apenas gostaria que, este futuro relacionamento, fosse aos poucos, devagar e, quando percebesse, estaria amando, e não teria mais volta.
Pedia a Deus, todos os dias, como Ele sabe de tudo, hehe, enviasse a pessoa certa em minha vida.
Aliás, já havia feito este pedido várias vezes a Ele, inclusive nas minhas amizades. Sempre foram um sofrimento para mim. Pedi várias vezes que encontrasse uma amiga, na qual pudesse ser confidente, leal e companheira para todas as horas para que pudéssemos passar horas sem enjoar, trocar de roupas e sapatos e tudo o mais. Ela fosse minha meia irmã, para tudo.
Jamais olhei para uma mulher com outros olhos, nunca me imaginei namorando uma mulher. Apenas tinha o desejo curioso de tocar uma e sentir seu beijo e pele macia. Meu apetite sempre foram os homens, mas também, nunca tive a oportunidade e nem uma amiga meio “chegada” a travessuras.
Minhas amigas eram todas mulheres comuns, com sonhos iguais aos meus, namorar, noivar, casar e ter filhos. Sonhavam com seus príncipes nos cavalos brancos também.
Quando realmente acordei, sobre todos estes velhos conceitos, foi quando conheci a Afrodite. Ela era uma pessoa igual a mim, com sonhos e projetos e seus conselhos cheio de vida e expectativas. A Afrodite tinha sonhos, muito parecidos com aqueles aos quais desejei enterrar, e assim, foi com ela, que comecei a cavoucá-los. Aprendi muitas coisas com sua visão mais feminista que a minha, coisas sobre as quais jamais tinha parado para pensar, principalmente, depois de ter dito que estava apaixonada por mim.
Estas coisas eram inabitáveis em minha mente, não por ignorância ou preconceito, mas foi uma coisa enraizada pelas minhas crenças e das pessoas próximas a mim. Na verdade, fui criada para ser mais uma mulher nos braços de um homem com véu e grinalda.
Confesso que, ainda assim, estes sonhos me rondam, mas o amor que sinto por estes dois é muito maior do que isso, desejo ser, estar, ficar e permanecer sempre ao lado deles.
Vivendo este amor a três, foi que quebrei todos estes paradigmas, todos os tabus e crenças. Joguei fora estes velhos conceitos, em nome desse amor, mas meu sonho de um dia casar-me com meus amores ainda persiste.
O sonho de uma noite de comemoração, ao lado das pessoas especiais, nossa lua de mel, e chegar a nossa casa, viver a nossa tão sonhada vida.

E por hoje é só, voltarei em breve com mais fragmentos do meu velho e novo eu.

Amo vcs, amores.

Sonhos e Realizações

Toda história de amor começa com sonhos,  a nossa não era diferente…

Falando um pouco sobre mim, sempre fui uma garota que sonhava no futuro em encontrar alguém que compreendesse que em um relacionamento não existe um melhor que o outro, ou um dominando o outro: Minha maior meta era encontrar alguém com quem dividir meu futuro, minha vida, meus sonhos e realizações. Alguém para caminhar lado a lado, ajudando um ao outro nos caminhos porvir…

Confesso que me decepcionei seriamente em algumas ocasiões, chegando até mesmo a fechar as portas de meu coração por achar que não havia ninguem nesse mundo que merecesse receber o amor que eu estava disposta a dar. Conheci muitas pessoas que realmente não valiam a pena e quando já tinha praticamente desistido, meu “principe em armadura brilhante” apareceu.

Já há alguns anos, tinha feito um cadastro no site “Almas Gêmeas” do terra, cadastro esse que eu já nem lembrava que tinha. Em 2002 recebi uma mensagem de um rapaz de outra cidade, dizendo que havia feito uma busca no site e que havia gostado de minhas características, pedindo então para nos conhecermos melhor. Não tinha pretenção alguma à princípio, mas pensei “por que não?” e começamos a nos corresponder. Cerca de 2 meses depois, combinamos de nos encontrar aqui em minha cidade.

O dia de nos conhecermos havia chegado, quando fui encontrá-lo na rodoviária, percebi que ele tnha um jeito doce e emanava uma boa energia. Levei-o pra conhecer a cidade e conversamos muito. Na hora dele ir embora decidi lhe dar um beijo e mostrar que ele tinha me agradado com seu jeito de ser. Depois disso, saiamos todos os finais de semana, já havia passado um mês e todo meu passado tortuoso em relação ao amor não me permitiam sentir por ele nada mais do que um bem querer.

Tomei coragem e decidi lhe falar que apesar de tudo o que ele estava fazendo por mim eu não conseguia amá-lo como ele merecia e não achava isso justo. Ele ouviu tudo calmamente e não se manifestou. Fomos almoçar com minha família e na hora dele ir embora, pediu para conversarmos. Foi uma das melhores conversas que já tive e que definiram meu destino até agora.

Ele me disse que entendia por que meu coração estava fechado, mas que queria uma chance de provar que ele não era igual aos outros e que realmente me amava e queria me fazer feliz. Ouvir aquilo encheu meu coração de confiança e decidi então dar uma chance à mim mesma e buscar a felicidade que desde mais nova sonhava encontrar.

A cada dia me sentia mais próxima a ele e com toda sua docura e carinho, quando percebi estava livre de todos os traumas e me vi apaixonada por essa pessoa maravilhosa. Ficamos noivos e um ano depois nos casamos.

Como todo relacionamento, tivemos bons e maus momentos, mas a certeza do amor que sentíamos era muito forte e nos unia a cada momento na relação.

Estava realizando meu sonho, ao lado de alguém que não se achava superior e que estava de fato caminhando comigo, mas ao meu lado e não à minha frente. Mal imaginava que mais uma pessoa entraria nessa história e teria um papel tão importante em minha vida…

Amor de verdade...

Em 2007 conheci no meu trabalho uma garota muito bonita, de sorriso largo, de alma e coração puros e que emanava uma bondade que é rara de se ver nos dias atuais. Quase imediatamente ficamos amigas e algo em nós duas inspirava confiança mútua.

Conversavamos sobre tudo, e ela até então uma pessoa relativamente reservada conseguia dividir comigo até mesmo os mais profundos segredos de sua alma. Dividíamos tudo, segredos, tristezas, alegrias, sonhos e frustrações e a cada dia nos tornávamos melhores amigas.

Passado algum tempo, notei que minha admiração por essa pessoa maravilhosa estava crescendo e se tornando algo mais profundo, algo que eu nunca imaginei que sentiria por uma mulher. Eu havia me apaixonado por sua alma e sua essência e sentia por essa pessoa o mesmo amor que sentia pelo meu esposo.

Nasce um novo amor...

Não conseguia compreender esse sentimento, nunca imaginei que fosse possível amar mais de uma pessoa, e que eu um dia amaria uma mulher sendo que nunca tinha olhado uma mulher dessa maneira. Tentei entender e lidar com esse sentimento da maneira mais racional possível, mas quanto mais pensava, mais envolvida me sentia, até que decidi não trentar entender mais e só sentir. Sabia que assim como eu, o passado dessa pessoa era só com homens e que provavelmente esse sentimento morreria comigo, mas mesmo assim, decidi contar para ela e para meu amado esposo que eu estava amando mais uma pessoa.

Os dois souberam me compreender de maneira até inesperada, nossa amizade não se afetou por isso e acabamos nos unindo ainda mais. Meu esposo também se tornou amigo dela e começamos a sair juntos, ir ao cinema, fazer piqueniques, caminhadas… Nos tornamos inseparáveis…

Nossa amizade crescia, a confiança crescia e o sentimento de amor que eu tinha pelos dois só aumentava… Estavamos mais unidos e envolvidos e parecia que algo mais profundo havia nos unído, algo que descobririamos mais tarde e que contarei em uma outra ocasião.

E o que havia começado como uma bela amizade entre 3 pessoas, estava aos poucos se tornando algo mais forte nos levando cada vez mais próximos do amor que compartilhamos hoje. Mas o restante eu conto depois…

Sex on the Beach

Olá amigos… Cotidiano maluco, quase não tá sobrando tempo pra vir aqui e postar nossas histórias, mas hoje consegui uns minutinhos, e vou dividir com vocês a nossa aventura na praia, no feriado que passou…

Eu e o amado estavamos a um tempão sem viajar, e a última vez que tinhamos ido à praia tinha sido a mais de 4 anos… A amada (mais sortuda que a gente) já tinha ido pra praia no começo desse ano…

Enfim, decidimos aproveitar o feriado e como bons moradores do interior paulista, resolvemos descer pra praia…

O tempo estava perfeito, muito sol, calor e a água do mar maravilhosa… Fomos viajar em família, mas demos um jeitinho de conseguir alguns preciosos momentos a sós… rsrsrs😉

Naquele fim de semana a amada estava com um fogo enorme…

Estavamos os 3 no mar, com a água cobrindo nosso corpo, brincando de pular ondas e coisas do tipo… A danada chegava agarrando por traz, apertava meus peitos, colocava a mão na minha buceta por cima do maiô e fazia carinho, pegava no pauzão do amado, ficava mostrando os peitinhos pra gente… rsrsrs Enfim, um fogo só, mas estavamos adorando as provocações e isso nos deixava com muito tesão…

A noite demos um jeito de sair sozinhos. Primeiro fomos dar uma volta no centro da cidade pra jantar e depois passeamos de carro pela orla marítima, uma vez que estava garoando um pouco… Paramos o carro beira mar, e começamos a trocar alguns beijinhos e a amada começou a nos fazer carinho… Precisavamos de um lugar mais tranquilo… Começamos a procurar por um lugarzinho mais escondido, e acabamos por encontrar uma “ruinha” por lá também… rsrsrs

Estacionamos o carro bem de frente pro mar… A visão era privilegiada… A garoa já tinha passado, e a lua estava linda iluminando as ondas que quebravam na praia… Cenário perfeito pro romance…

Como não conheciamos bem o lugar, decidimos não ficar fazendo muita firula pra evitar algum tipo de problema, e como a amada tava impossível nesse dia, decidi deixar que ela saboreasse o amado com exclusividade nessa noite…

Começamos a nos beijar, e que beijos deliciosos… As mãos corriam pelo corpo da amada e num movimento, baixamos a parte de cima de seu vestido, e junto ao amado, começei a mamar nos peitinhos saborosos da amada… Ela gemia, tremia e com meus dedos em sua bucetinha pude sentir que ela estava muito excitada…

Ela tirou o pauzão do amado de dentro da bermuda, e ele tava tinindo de tão duro e grosso e colocou tudo em sua boca… Chupava com gosto e vontade, totalmente gulosa e cheia de tesão… Enquanto eu metia meus dedos em sua bucetinha e a ouvia gemer gostoso e pedir mais… Dei-lhe um beijo, desci minha lingua por seu pescoço, mordisquei sua orelha, e ela ficava cada vez mais louca… Suas mãos tocavam meus seios e ela me puxava pra si pelos cabelos e sua boca brincava com a minha enquanto o amado ganhava um carinho com as mãos em seu pau.

Peguei a camisinha e coloquei no amado, e assumindo um papel de obervadora, passei a admirar o sexo dos 2…

A amada se sentou sobre ele e colocou o pau todo pra dentro de sua buceta melada… Pulava e gemia como louca no pauzão, enquanto o amado lhe segurava pela cintura e chupava seus peitos… Num movimento frenético de vai e vem, ela pulava loucamente no pauzão do amado que gemia junto com ela de tesão… A cena era deliciosa… Estava toda molhada vendo os dois meterem… Beijava a amada e o amado e falava pra amada pular gostoso que eu queria ver ela gozar… Não demorou muito e veio o primeiro gozo, forte e estremecedor… Mas a gula da amada continuava, e ela pulava forte e gostoso no pau do amado, até que gozou mais 2 vezes e caiu exausta em nossos braços…

Nesse momento vimos algum movimento na praia e decidimos encerrar a noite…

A amada estava totalmente saciada, mas a brincadeira continuaria no dia seguinte…

Foi deliciosa nossa noite, e o mar foi nossa testemunha…

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